Gótico 101: por que gostamos de sentir medo?
Se o gótico é uma poética do medo, cujos objetos estéticos são o terror e o horror, o que, afinal, explica o nosso fascínio por… Continue a ler »Gótico 101: por que gostamos de sentir medo?
Marcela Santos Brigida é professora de literatura inglesa na Universidade do Estado do Rio de Janeiro. Doutora em Literaturas de Língua Inglesa (UERJ, 2022), defendeu tese sobre a obra da escritora irlandesa contemporânea Anna Burns. No mestrado (UERJ, 2020), pesquisou a relação entre a poesia de Emily Dickinson e a canção. É bacharel em Letras com habilitação em língua inglesa e suas literaturas (UERJ, 2018). Atuou como editora geral da Revista Palimpsesto (2020-2021). É coordenadora do projeto de extensão Literatura Inglesa Brasil (UERJ). Tem experiência nas áreas de literaturas de língua inglesa, literatura comparada e estudos interartes, com especial interesse no romance de língua inglesa do século XIX e na relação entre música e poesia.
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Os momentos dialógicos entre Taylor Swift e Shakespeare começam antes do The Life of a Showgirl, não apenas através de referências diretas, como as do… Continue a ler »Diferentes Ofélias: Conversas e descompassos entre Shakespeare e Taylor Swift
“The meaning of one’s life in certain ways escapes us, so we have to reinvent it in our writing” Serge Doubrovisky, 1997 Publicado em 2014,… Continue a ler »O Esboço de Rachel Cusk: o que é autoficção?
W. B. Du Bois foi um intelectual conhecido pela sua importância política nos Estados Unidos do fim do século XIX e no século XX, especialmente… Continue a ler »“O Cometa” e a ficção especulativa afropessimista de Du Bois
Um influente autor que transitou entre as cenas modernistas inglesa e americana, T. S. Eliot escreveu uma grande variedade de obras, tendo trabalhado extensivamente tanto… Continue a ler »T. S. Eliot é autor do mês de outubro
Em abril de 2024, quando as plataformas de streaming no Brasil disponibilizaram o drama psicológico Eu Vi o Brilho da TV, houve uma frustração por parte dos espectadores em razão da aparência de terror slasher da década de 1990 não corresponder realmente à trama do filme. No lugar disso, estava uma assombrada recordação e experiência dessa mesma fonte de nostalgia, seguindo da infância à vida adulta o vínculo entre dois jovens fãs de um seriado desse mesmo gênero. Não se enquadrando no suspense de outras narrativas, o filme dirigido por Jane Schoenbrun retrata o horror vivenciado por Owen e Maddy que não encontram espaço nas suas vidas para as suas verdades pessoais, só restando para eles a TV.Continue a ler »Resenha: Eu Vi o Brilho da TV (2024)