Gótico 101: por que gostamos de sentir medo?
Se o gótico é uma poética do medo, cujos objetos estéticos são o terror e o horror, o que, afinal, explica o nosso fascínio por… Continue a ler »Gótico 101: por que gostamos de sentir medo?
Graduanda em Letras Inglês/Literaturas na Universidade do Estado do Rio de Janeiro. Curadora de conteúdo no projeto de extensão Literatura Inglesa Brasil. Amante de Literatura Afro-Americana e Cultura Pop. Suas pesquisas estão entre os dois mundos. Pesquisadora de Zora Neale Hurston, buscando uma leitura mulherista em sua narrativa. E, recentemente, pesquisadora de canções narrativas presentes no álbum Harry's House (2022) de Harry Styles.
Se o gótico é uma poética do medo, cujos objetos estéticos são o terror e o horror, o que, afinal, explica o nosso fascínio por… Continue a ler »Gótico 101: por que gostamos de sentir medo?
Os momentos dialógicos entre Taylor Swift e Shakespeare começam antes do The Life of a Showgirl, não apenas através de referências diretas, como as do… Continue a ler »Diferentes Ofélias: Conversas e descompassos entre Shakespeare e Taylor Swift
“The meaning of one’s life in certain ways escapes us, so we have to reinvent it in our writing” Serge Doubrovisky, 1997 Publicado em 2014,… Continue a ler »O Esboço de Rachel Cusk: o que é autoficção?
W. B. Du Bois foi um intelectual conhecido pela sua importância política nos Estados Unidos do fim do século XIX e no século XX, especialmente… Continue a ler »“O Cometa” e a ficção especulativa afropessimista de Du Bois
Um influente autor que transitou entre as cenas modernistas inglesa e americana, T. S. Eliot escreveu uma grande variedade de obras, tendo trabalhado extensivamente tanto… Continue a ler »T. S. Eliot é autor do mês de outubro
Em abril de 2024, quando as plataformas de streaming no Brasil disponibilizaram o drama psicológico Eu Vi o Brilho da TV, houve uma frustração por parte dos espectadores em razão da aparência de terror slasher da década de 1990 não corresponder realmente à trama do filme. No lugar disso, estava uma assombrada recordação e experiência dessa mesma fonte de nostalgia, seguindo da infância à vida adulta o vínculo entre dois jovens fãs de um seriado desse mesmo gênero. Não se enquadrando no suspense de outras narrativas, o filme dirigido por Jane Schoenbrun retrata o horror vivenciado por Owen e Maddy que não encontram espaço nas suas vidas para as suas verdades pessoais, só restando para eles a TV.Continue a ler »Resenha: Eu Vi o Brilho da TV (2024)